“A Mulher na Janela” e a paranoia

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Que obra fantástica é “A Mulher na Janela“, de AJ Finn. Comprei sem saber a história, mas tinha ouvido falar super bem. E que maravilhosa surpresa.

Me envolveu desde as primeiras páginas, que serviram para estruturar tudo o que seria narrado a seguir. E que estrutura sólida foi criada.

Em um momento que estava lendo, logo no primeiro dia, uma senhora me chamou no metrô apenas para dizer que a história era incrível, e ela tinha toda a razão.

Acredito que o livro poderia ter facilmente umas 20 páginas a menos, mas nada que atrapalhasse o seu desenvolvimento, seu desenrolar.

Em diferentes momentos, me questionei, assim como a protagonista, sobre o que era verdade e o que era mentira. Um mundo de questionamentos. Mas quando tudo se encaixa… Nossa…

Dica: quando for chegando nas últimas 50 páginas, certifique-se de que terá tempo para concluir tudo em uma tacada só. Porque você não vai conseguir soltar o livro.

Autor do Post:

Henrique Schmidt

O louco dos livros, filmes, séries e animes. Talvez geek, talvez nerd, talvez preguiçoso, mas com certeza jornalista

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